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sábado, 27 de março de 2010

POEMA: Eu, Robô

EU, ROBÔ

Nunca senti,
Nem vou sentir
Amor por alguém
Sou frio como uma rocha
Nunca vou gostar de alguém

Em minha vida obscura
Onde não existe ternura
Só a frio
Um imenso vazio

Não importa o quanto me botam pra baixo,
Não vou ligar, não tenho sentimento
Só posso demonstrá-los com falsidade
Isso é verdade

Fui criado para ser nada
Não ser notada
Muito menos 
Amada

Sinto apenas 
Ódio e rancor
Sou uma máquina
Não tenho pensamento
Nada.

                                                                                                                  ←Filiphe Da Silva→